No sábado eu troquei cinco vezes de look até finalmente me sentir bem!
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Sábado (14/03/26) eu tive um aniversário para ir. Acordei, tomei banho e já tinha o look na cabeça....
Sabe aquela roupa que você já usou outras vezes, que sempre funciona e que parece a escolha óbvia para o dia? Era exatamente isso. Confortável, simples e confiável.
Mas quando eu coloquei a roupa… não me senti bem.
Não era porque o look era feio, muito pelo contrário. Era uma das combinações mais confortáveis e bonitas que eu poderia escolher. Só que a gente sabe que o dia nunca depende só da roupa.
Tem dia em que a gente acorda mais sensível. Às vezes é TPM, às vezes é questão hormonal, às vezes são notícias que mexem com a gente, ou simplesmente o cansaço acumulado da semana. Tudo isso influencia a forma como a gente se olha no espelho.
E naquele dia, aquele look que sempre funcionava… simplesmente não funcionou.
Então comecei a trocar. Coloquei outro vestido, depois um lookinho ousado e mais outro. Experimentei 3 combinações de quimono e... mudei de novo.
Quando percebi, já tinha feito uma pequena bagunça no guarda-roupa. No fim das contas escolhi um look que ficou bonito, mas que não era nada parecido com o que eu tinha imaginado quando acordei. E está tudo bem.
Nem sempre a gente vai se sentir igual aos outros dias. Nosso corpo muda, nosso humor muda, a energia do dia muda. E aprender a respeitar isso também faz parte de se vestir.
Uma coisa que fez toda a diferença naquele sábado foi o que eu estava usando por baixo.
Na foto que escolhi para a capa deste texto eu não estou visivelmente de Wonder. O vestido não é da marca. Mas por baixo dele eu estava usando o top Ju, a calcinha Wonder e a bermuda Alessandra.

Pode parecer um detalhe pequeno, mas para mim não é.
A bermuda me protege do atrito entre as pernas, algo que quem já passou um dia inteiro fora de casa com esse incômodo sabe o quanto pode atrapalhar.
E o top não é aquele sutiã que aperta, incomoda ou vira uma preocupação ao longo do dia.
Ele simplesmente fica ali, confortável, fazendo o que precisa fazer.
Foi essa base que me deu segurança para sair de casa.
Fui no aniversário da Denise e depois ainda fomos para a Casa de Francisca. Conversa boa, música, risada, gente querida. Um daqueles dias que se estendem e acabam sendo muito mais divertidos do que a gente imaginava quando saiu de casa.

E em nenhum momento eu fiquei desconfortável com o look que escolhi.
Mesmo depois de todas as trocas de roupa. A segurança estava ali por baixo, sustentando o resto.
Talvez seja justamente isso que faz diferença no dia a dia: quando a base é confortável, a gente ganha liberdade para usar peças que antes evitava ou para viver o dia sem ficar o tempo todo se ajustando, puxando ou tentando se sentir melhor dentro da própria roupa.
No final, escolher conforto é também escolher se sentir bem no próprio corpo.
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Mude completamente a forma como a gente vive o dia. 💜




Minha musa renascentista, você é sempre muito certeira nos teus textos, pontuou tão bem esse sentimento de "não tenho o que vestir", que nesse momento, representa uma parcela de inseguranças agravadas pelo momento... Demora, mas quando temos um auto conhecimento, que vem com a idade e também com terapia, entendemos que não é a roupa, é nosso estado mental atual, e muitas vezes o que nos rodeia tbm, acho que é um "blow my mind" necessário e bem-vindo. Sou muito a favor de estar confortável SEMPRE, e se puder ser com uma roupa linda, MUITO MELHOR! Por isso que fico tão feliz quando minhas queridas, conseguem as peças tão esperadas na Wonder ou em outros bazares que eu tbm já…