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- A rede, o medo e a menina de 9 anos
Quando eu era criança, na casa onde cresci, tinha uma rede. E eu também era uma criança gorda. Um dia, eu e minha prima estávamos brincando nessa rede. Daquelas brincadeiras bem bobas, sabe? A gente se jogava, balançava com força, ria… até que, em um desses movimentos, o gancho simplesmente saiu da parede. A rede caiu. E junto com ela, caiu algo dentro de mim também. Eu devia ter uns nove anos. E, depois daquele dia, nunca mais deitei em uma rede. Os anos passaram. Cresci. Me mudei. E, já adulta, em um janeiro cheio de promoções, comecei a ver redes por todos os lados. Aquilo ficou na minha cabeça. Um dia, conversando com um amigo que faz pequenos reparos aqui em casa, criei coragem e perguntei: — Será que a parede aguenta uma rede? E ele respondeu que sim. Na loja, vi uma rede para casal. E pensei: “Se aguenta duas pessoas, aguenta a mim também.” Comprei. No dia da instalação, falei pra ele: — Eu não vou testar com você olhando. Se essa rede arrebentar, eu não quero passar essa vergonha. Ele, magrinho, testou. Tudo certo. Foi embora. E aí ficou só eu… a rede… e aquela menina de 9 anos. Mesmo sabendo que a rede era resistente, que a parede estava firme, que tudo estava certo… o medo não era sobre a rede. Era sobre mim. Sobre aquilo que eu passei a acreditar depois daquele dia. Criei coragem. Sentei. E… nada aconteceu. Nada: A rede não arrebentou. A parede não caiu. O mundo não desabou. E, naquele momento, eu abracei aquela menina de 9 anos que acreditou que o problema era o corpo dela, quando, na verdade, era só uma brincadeira boba, um gancho mal colocado, um acidente. Hoje, todos os dias, quando chego do trabalho, eu vou até a minha varanda, coloco minha rede e deito nela. Ela virou um lugar especial. Mas não só ali. Dentro do meu quarto, eu também fiz um cantinho só para ela. Um lugarzinho especial na parede, pensado com carinho, onde a rede sempre pode estar, como um lembrete constante da minha história. Sempre que eu olho pra ela, eu lembro daquela menina. E me lembro também de tudo que eu precisei atravessar para chegar até aqui. Porque a verdade é que, muitas vezes, o que fica na gente não é o fato real: é a culpa, é a vergonha, é o medo que a gente aprende a carregar. Mas nem sempre ele é sobre quem a gente é. Então, amigas, eu quero dizer uma coisa pra vocês: comprem a rede. Vivam seus medos. Porque, às vezes, o que a gente mais precisa não é ter certeza… é só sentar e descobrir que nada vai acontecer. E, quando nada acontecer… você vai perceber que nunca foi sobre o seu peso, o seu corpo ou a sua capacidade. Era só medo ocupando um espaço que sempre foi seu. E a vida começa exatamente no momento em que você decide ocupar esse lugar de novo. Na foto, estou usando o macacão Ivone, que junto a essa rede maravilhosa, abraça meu corpo e me deixa livre para sentir tudo! Se quiser essa peça, use meu desconto: JXULIZ10
- Gym Rats: o movimento que fortaleceu nossa comunidade
Em Março do ano passado, a gente decidiu se incentivar a se mover mais juntas. Porque a gente sabe: movimento é sobre ter mais disposição, energia e presença na própria vida. E aqui, na Wonder, a gente acredita que isso fica muito mais potente quando acontece em comunidade. Uma puxa a outra, uma acolhe a outra e é assim que a gente constrói força de verdade. O Gym Rats nasceu desse lugar: apoio real + incentivo pra continuar, mesmo nos dias difíceis. E também, com aquele empurrãozinho extra de ganhar peças Wonder no caminho 💜 Mas o mais importante sempre foi o que a gente constrói juntas. Agora é hora de celebrar quem foi até o fim, mesmo com os percalços do dia a dia. Parabéns, Bárbara, Bruna e Rita — vocês foram as três primeiras! 🥇 1º lugar: Bárbara 🥈 2º lugar: Rita 🥉 3º lugar: Bruna Vocês representam muito essa força das Wonders em movimento. E já avisamos: vem novo desafio por aí pra gente voltar juntas, se apoiando e se fortalecendo. Se preparem 💜
- Empatia não é ser boazinha, é entender que a sua opinião também pode estar errada
Eu e minha best Ju Romano, escutando sobre os bons drinks no Pinterest 🤣💜 Por muito tempo eu achei que empatia era saber ouvir. Não interromper. Concordar às vezes. Tentar entender o lado do outro. Mas isso, na prática, ainda é confortável. O difícil mesmo é outra coisa: é estar no meio de uma conversa, achando que você está certa e considerar, de verdade, que talvez você não esteja. Não como educação. Não como estratégia. Mas sustentar essa possibilidade enquanto a conversa ainda está acontecendo, enquanto você ainda está com raiva, com expectativa, com aquela vontade enorme de provar o seu ponto. Porque quando a gente está envolvida de verdade, a tendência é defender. A gente escuta, mas já pensando na resposta. Interpreta, mas filtrando pelo que já acredita. E aí não é empatia é só uma versão mais educada de querer ganhar. Eu percebi isso em mim algumas vezes. Principalmente quando eu tinha certeza demais. Quando eu já sabia o que a pessoa "quis dizer" antes dela terminar a frase. Quando eu já estava pronta pra responder enquanto ela ainda estava falando. Nesses momentos, o problema não era que eu não estava escutando. Era que eu não estava duvidando. E duvidar de si mesma no meio de uma conversa é desconfortável. A gente não aprende isso em lugar nenhum. Ninguém ensina que segurar a vontade de estar certa também é uma forma de cuidar da relação. Hoje eu entendo empatia de um jeito diferente. Não é sobre ser uma pessoa mais gentil ou mais paciente. É sobre abrir espaço real pra outra leitura existir — mesmo quando a sua parece óbvia. Nem sempre a outra pessoa vai estar certa. Mas eu também não estou sempre. E só essa consciência já muda a forma como eu converso. Quando você admite que pode estar errada, você escuta diferente. Pergunta melhor. Reage menos. Entende mais rápido o que realmente está acontecendo e para de transformar toda conversa em disputa. Com o tempo, fui percebendo que isso foi se tornando algo muito meu. Mediar conflito, encontrar o meio do caminho, conseguir enxergar os dois lados sem perder o meu, virou o meu superpoder. Não foi algo que eu planejei desenvolver. Foi acontecendo à medida que eu fui me permitindo errar, duvidar e ouvir de verdade. No fim, empatia não é sobre ser boazinha. É sobre construir relações onde duas verdades podem existir sem que uma precise apagar a outra. Me diz você concorda ou discorda desse texto? E essa blusa maravilhosa da foto, é da nossa marca do coração. E para usar um discontinho maroto use o cupom de 10% de desconto: NAJ10
- O prazer de se movimentar
Texto por Karina Magalhães - Voluntária da Wonder Já faz um tempo que venho tentando rever alguns pré-conceitos que carrego comigo. E, entre todos eles, um dos que mais me atrapalhava era a ideia de que academia é um ambiente fútil, meio hostil — e pior, que era praticamente a única opção quando se fala em se movimentar. Acho que por isso eu nunca consegui manter uma rotina por muito tempo. Era sempre a mesma coisa: começava animada, tentava me encaixar, insistia por alguns dias… e acabava desistindo. Trocava de academia, de treino, de aula, mas a sensação não mudava. Sempre parecia que eu estava fazendo algo que não era pra mim. Até que, recentemente, vivi uma experiência completamente diferente. Participei de uma aula de yoga em um lugar bem inusitado: um gatil. E, entre uma postura e outra, respirando fundo, com gatinhos andando livremente ao meu redor, algo meio silencioso mudou dentro de mim. Não foi uma grande virada, nem um momento dramático. Foi mais uma percepção simples, quase óbvia — mas que nunca tinha feito tanto sentido. Eu percebi que o movimento pode ser prazeroso. Que ele não precisa vir carregado de dor, de cobrança ou de obrigação. Que não precisa ser difícil pra ser válido. Naquele momento, eu não estava tentando melhorar meu corpo, nem cumprir uma meta. Eu só estava ali, presente, me movimentando — e, pela primeira vez em muito tempo, aquilo era leve. E talvez seja isso que a gente esquece. Que o nosso corpo foi feito pra sentir, pra experimentar, pra se movimentar de formas diferentes ao longo da vida. Hoje eu entendo que talvez o problema nunca tenha sido “falta de disciplina”. Talvez eu só estivesse tentando caber em um tipo de movimento que não fazia sentido pra mim. E talvez o caminho seja outro. Encontrar formas de se movimentar que sejam possíveis, que sejam mais gentis, que tenham espaço pra existir no meio da rotina — e que, de alguma forma, façam a gente querer voltar. Que tal se permitir essa experiência também Wonder? Pode ser uma caminhada, um esporte que sempre teve vontade de tentar, ou ainda simplesmente colocar sua música preferida e dançar, sem regras, apenas sentir o embalo da música e deixar o movimento fluir. Sugiro a playlist "Move Your Body - WonderSize", pois ela é bem variada em estilos e me mantém motivada sempre que a escuto: Venha escutar comigo: https://open.spotify.com/playlist/395ecgN6A8VSOTjXlj12gn?si=8517424a34fa4472
- Nem tudo que você sente precisa virar decisão
Spoiler: esse texto é sobre controlar o impulso. Meu novo corte é a prova que eu ainda tô em processo kkkkkkk Eu sempre fui impulsiva. Não é só porque sou de Áries kkkkk e nem algo de adolescência que "ainda não superei", é uma parte de mim que existe faz tempo e que, por muito tempo, eu não sabia o que fazer com ela. Quando eu ficava com raiva, eu queria resolver na hora. Se algo me incomodava, eu falava. Se a ansiedade batia, meu corpo inteiro pedia pra eu fazer alguma coisa , qualquer coisa, para aliviar aquele peso. O detalhe é que passa rápido. Cinco minutos, e a intensidade já foi embora. O problema é que, nesses cinco minutos, dá tempo de fazer um estrago. (socorroooo kkkk) Já mandei mensagem que não devia. Respondi atravessada quando o que eu queria era só ser ouvida. Tomei decisão no impulso não porque era a melhor saída, mas porque era a única que fazia sentido naquele momento e momento de emoção alta tem uma lógica própria que não conversa muito bem com a realidade lá fora. Com o tempo, fui entendendo uma coisa que ninguém me ensinou de forma direta: sentir não é o problema . Agir no meio do sentimento, sem parar um segundo pra respirar, é. Hoje eu ainda sinto tudo. Raiva, ansiedade, urgência. Nada disso desapareceu e honestamente acho que nunca vai. Mas o que mudou foi o espaço entre o que eu sinto e o que eu faço com isso. As pessoas até me perguntam se realmente sou uma ariana, devido a minha "calma" no trabalho... Nem sempre eu respondo na hora. Nem sempre eu resolvo no calor do momento. Nem sempre eu preciso falar agora. E não é porque eu fiquei mais fria ou mais controlada no sentido de me reprimir. É porque eu fiquei mais consciente de mim mesma. Porque quando eu paro — mesmo que seja por pouco tempo — eu começo a conseguir distinguir: isso aqui é sobre o que tá acontecendo agora, ou é sobre o que isso ativou em mim? Antes, eu só reagia. Hoje, na maioria das vezes, eu consigo escolher. Não que seja fácil. Não que eu acerte sempre. Mas essa diferença — entre reagir e escolher — mudou muita coisa. Não nas pessoas ao redor. Em mim. E talvez seja isso que ninguém conta: a transformação mais importante não é a que os outros veem. É a que acontece no segundo antes de você abrir a boca. E você, me conta como reage à vida?
- O dia que eu tomei coragem e comprei escondido duas peças da Wonder Size...
Escrito por Juliana Gonçalves - Embaixadora da Wonder Em 2018, eu conheci a Wonder Size através da Ju Romano . Mas, naquela época, comprar roupa online pra mim era quase impossível, não por falta de vontade, mas por medo. Medo de não servir, medo de não ter qualidade e medo de gastar e me frustrar… mais uma vez. Mesmo admirando a marca, eu não confiava que aquilo também podia ser pra mim. Até que, numa madrugada em outubro de 2019, eu fiz o que o medo não queria deixar: comprei: Escondido!!! Uma legging com bolso de tule (hoje chamada Lucia) e uma jaqueta corta-vento. Peguei o maior tamanho que tinha. Era quase como um pedido silencioso: “por favor, sirva”. Quando o pacote chegou, eu me tranquei no quarto. Era eu… E todos os meus medos. Mas bastou um toque no tecido pra tudo mudar. A qualidade me atravessou... Era algo que eu nunca tinha sentido antes. Quando eu vesti… Não era só uma roupa. Senti o acolhimento. A legging abraçou meu corpo, respeitou minhas curvas. A jaqueta cobriu meu quadril sem subir, sem apertar, sem me fazer querer me esconder. Pela primeira vez, eu não estava tentando caber em uma roupa. A roupa estava feita pra caber em mim. Eu saí do quarto diferente. Mostrei pra minha família e o encantamento foi coletivo. Ali, sem eu perceber, minha história tinha começado. Veio a pandemia. O mundo parou. E, junto com ele, veio um medo inesperado: o de perder aquilo que tinha me encontrado. Eu continuei comprando… com receio de que a Wonder deixasse de existir, como tantas outras coisas naquele momento. Mas a vida, às vezes, prepara encontros maiores do que a gente imagina. Quando tudo começou a melhorar, vi um chamado no Instagram. A Amanda procurava uma cliente pra fotografar. E, mais uma vez, eu fiz o que parecia impossível pra mim: Me inscrevi. De novo, escondida. De novo, sem acreditar. Até que o telefone tocou. Era ela, e eu tinha sido escolhida. Eu congelei!!! Porque, no fundo, eu nunca tinha me visto como alguém que seria escolhida. A primeira pessoa que eu procurei foi a minha mãe e ela só disse: “vai, filha”. Eu fui. E naquele dia, algo em mim também foi resgatado. Não foi só uma sessão de fotos. Foi um reencontro comigo mesma. Eu, junto com outras mulheres, vivendo algo que palavras ainda não conseguem traduzir completamente. Porque antes disso… eu estava em um lugar difícil: Baixa autoestima, sensação de não existir, de ser invisível até pra mim. E a Wonder me devolveu: me devolveu o brilho, devolveu a presença. Me devolveu pra mim mesma. A Juliana de Joinville nunca imaginou que viveria tudo isso. Nunca imaginou que pisaria em lugares que só via pela tela, que conheceria pessoas que admirava há anos, que viveria experiências como o Pop Plus… Mas, acima de tudo, nunca imaginou que um dia se olharia no espelho e se reconheceria com orgulho. Essa não é só uma história sobre roupas. É sobre pertencimento, sobre coragem e principalmente sobre existir, de verdade. Hoje sou Embaixadora da marca e tenho até meu próprio cupom, então se você quiser um desconto de 10%, use o cupom: JXULIZ10
- A Wonder não cria só looks de academia
Eu conheci a Wonder enquanto trabalhava na Audaces. Pra quem não sabe, é uma empresa de tecnologia voltada para moda, e a Amanda fez um curso com eles: (LINK DO CURSO) Quando vi o curso dela, corri pedir acesso por dois motivos bem simples: Eu sou gorda. Eu fiquei muito curiosa pra entender o que viria de conteúdo. Confesso que comecei assistindo com um pé atrás. Entrei no Instagram da Wonder e pensei: “hummm… será que essas peças são tudo isso mesmo?” Meu trauma com roupa fitness era grande. Fazia anos que eu não vestia uma legging. De curiosidade a vontade de fazer parte O tempo passou e, em um momento em que eu estava cansada de trabalhar com suporte e queria migrar para o marketing, resolvi mandar uma mensagem para a CEO. Falei sobre meu portfólio, enviei por e-mail e segui minha vida normalmente. E agora, algum tempo depois, estou aqui, trabalhando no marketing e montando um novo guarda-roupa cheio de peças da Wonder. :) Por enquanto, eu tenho: 1 legging Joana Dark (ã mo demais) 2 tops/sutiãs (ã mo muito) Mês que vem chegam as novas peças, então resolvi criar alguns moodboards com looks que eu quero montar quando elas chegarem. (Sim eu sou formada em moda & extremamente básica, não me julguem!) E isso também serve como guia pra vocês, porque a Wonder não cria só roupa de academia. Look 1 Shorts Saia Esther Tecnológico + Top Reto Naty Tecnológico CUPOM: PAMZEN10 O shorts-saia vai chegar aqui em casa e eu tenho certeza absoluta de que não vai sair do couro. O top reto é icônico. Eu amo decote reto, ele tem um ar mais elegante, mais diferente. Não sei explicar, mas eu amo. E to doida pra montar exatamente esse look. Look 2 Vestido Macaquinho Gibson Tecnológico CUPOM: PAMZEN10 Esse também é um best-seller que eu jamais imaginaria gostar antes de conhecer a Wonder. Hoje é uma das peças que eu mais estou ansiosa pra usar. Look 3 Bailarina Flare Denise com Bolso Tecnológica CUPOM: PAMZEN10 Essa é uma clássica. Eu quero essa peça há anos. Anos mesmo. Quando ela chegar, eu juro que vou soltar um foguete aqui na sacada de casa! (Gravo para vocês) A verdade é uma só: A Wonder não cria só looks de academia. Ela cria roupas que fazem a gente voltar a gostar de vestir o próprio corpo. E se quiser economizar, pode usar o meu cupom: PAMZEN10 E, pra mim, isso já muda tudo. :)
- Quando a dor vira julgamento: Por que algumas pessoas que emagrecem se tornam gordofóbicas?
Uma reflexão necessária Te convido a fazer uma reflexão antes de ler o texto abaixo. Este é um tema delicado e complexo. Nos últimos tempos, tenho observado conteúdos nas redes sociais que me incomodam profundamente. Isso me entristece, pois muitas vezes esses discursos vêm de pessoas que já viveram a experiência de serem gordas. Ser uma pessoa gorda nesta sociedade é, por si só, algo muito difícil. Mas há um fenômeno que merece atenção: algumas pessoas que emagrecem acabam reproduzindo a opressão que um dia sofreram. Isso levanta uma reflexão importante. A transformação e suas consequências Não sei se vocês já assistiram ao filme Mean Girls (Meninas Malvadas) . A personagem de Lindsay Lohan começa deslocada, tentando encontrar seu lugar. Quando é aceita por um grupo popular, começa a reproduzir as mesmas atitudes que antes a machucavam. Isso acontece porque ela está inserida em um ambiente onde esse comportamento é normalizado. Na vida real, algo semelhante ocorre. A dor de viver em um corpo gordo em uma sociedade gordofóbica pode ser profunda. Cada pessoa encontra suas formas de lidar com isso. Mas há um ponto crucial: podemos transformar essa dor em consciência ou reproduzir a lógica de opressão que nos feriu. Por isso, trago alguns pontos de reflexão. Não como verdades absolutas, mas como um convite à conversa. Quero ouvir o que vocês pensam, o que já viveram ou perceberam sobre isso. 1. Um fenômeno curioso nas redes Um padrão tem aparecido com frequência nas redes sociais. Algumas das críticas mais duras contra pessoas gordas vêm de quem já foi gorda. Perfis de “antes e depois” que criticam o body positivity. Discursos de “eu consegui, então todo mundo consegue”. Desprezo por hábitos que a própria pessoa já teve. Se colocar como "monstro" em fotos antigas. Isso gera confusão: como alguém que viveu preconceito pode reproduzir o mesmo julgamento? 2. O que realmente muda quando alguém emagrece Quando uma pessoa passa por uma transformação corporal significativa, três mudanças costumam ocorrer: a) Mudança no tratamento social: O mundo responde de forma diferente. Elogios aparecem. A validação aumenta. O status social muda. b) Mudança na narrativa pessoal: A história da própria vida é reinterpretada. Algo que antes parecia complexo é contado como uma decisão simples: “Eu só precisava de disciplina.” É importante ressaltar que recorrer a canetas ou à bariátrica não elimina a necessidade de disciplina. Há um processo real envolvido. Diminuir essas escolhas simplifica histórias muito mais complexas. c) Mudança de posição simbólica: A pessoa deixa de se ver como alguém que sofre preconceito e passa a se ver como exemplo de superação. Nesse ponto, uma vitória pessoal pode se transformar em argumento moral. 3. Quando a experiência vira julgamento Com essa mudança, surge uma tensão silenciosa: disciplina individual versus julgamento moral do outro. Quem ainda está no ponto anterior passa a ser visto como preguiçoso, acomodado, sem força de vontade. Isso não acontece porque as pessoas são cruéis, mas por um incentivo psicológico forte: distanciar-se da identidade que foi machucada. 4. O que a sociedade fez com os corpos gordos Pessoas gordas passam a vida ouvindo que são um problema, uma doença, um erro. Essa narrativa machuca profundamente. Quando alguém emagrece, muitas vezes surge um impulso quase inconsciente: provar que agora pertence ao “lado certo”. Isso é uma tentativa de sobrevivência social, mas pode resultar em dor, pois a pessoa que foi ferida por esse rótulo começa a reproduzir o mesmo preconceito. 5. Quando o oprimido reproduz a opressão Esse fenômeno não é exclusivo da questão do peso. Ele aparece em muitos contextos sociais. Ex-fumantes frequentemente se tornam intolerantes com fumantes. Ex-pobres podem defender a meritocracia. Convertidos religiosos costumam ser os mais rígidos. O mecanismo é semelhante: quanto maior o sofrimento associado à identidade antiga, maior a necessidade de se afastar dela, às vezes atacando quem ainda está ali. 6. O erro das discussões públicas Quando esse assunto surge, o debate costuma cair em dois extremos: Erro 1: Demonizar quem emagrece, como se orgulho pessoal ou disciplina fossem ilegítimos. Erro 2: Transformar emagrecimento em prova moral, como se todo corpo fosse apenas resultado de força de vontade. Ambos simplificam uma realidade muito mais complexa. 7. O que realmente está no centro dessa questão O cerne da questão não é emagrecer. O que vejo é a violência simbólica que pessoas gordas sofrem durante a vida inteira. Quando uma sociedade trata um grupo como menos capaz, digno ou saudável, cria uma pressão enorme para que qualquer saída desse grupo seja tratada como prova de valor. Isso pode transformar dor em julgamento. 8. O caminho que eu escolho Diante de tudo isso, quero deixar claro qual é o caminho que escolho seguir, baseado em: Dignidade corporal Liberdade de movimento Acesso ao esporte Acesso à saúde Pertencimento Porque emagrecer não deveria ser um passaporte para dignidade. E continuar gordo nunca deveria ser motivo para perdê-la. Antes de terminar, quero deixar uma coisa clara: essa reflexão não é sobre emagrecer ou não. Cada pessoa sabe onde a dor aperta. Cada corpo tem sua história. Cada caminho é único. O ponto que trago aqui é outro. Passar anos sendo oprimido por causa do próprio corpo é uma experiência profundamente dolorosa. Muitas pessoas carregam marcas reais dessa violência. Mas essa dor não pode nos levar a repetir a mesma lógica com outras pessoas. Quando alguém que já sofreu preconceito começa a tratar outras pessoas gordas com desprezo, o ciclo de opressão continua. Precisamos construir um mundo onde ninguém precise provar seu valor pelo tamanho do corpo. Um mundo onde ninguém precise se diminuir para caber. Por isso, trago esses pontos, não como julgamento, mas como um convite à reflexão. E quero muito ouvir vocês também. O que pensam sobre isso? O que já perceberam ou viveram? Conversar sobre essas questões com honestidade e respeito é uma das formas mais poderosas de quebrar ciclos que machucam tantas pessoas. No fim das contas, o verdadeiro movimento de liberdade acontece quando ninguém precisa perder a própria dignidade para caber "em caixinhas" no mundo, e muito menos se afastar de quem um dia foi. A gente não precisa se apequenar para provar o próprio valor através do tamanho do corpo.
- A arte de fazer coisas sozinha (e gostar disso) 💜
Hoje eu vim falar sobre um tema que está na minha cabeça há semanas… fazer coisas sozinha. Mais especificamente: ir a restaurantes sozinha . Pode parecer simples, mas não é. E se você já pensou em fazer isso e desistiu por medo do que os outros vão pensar… esse texto é pra você. A primeira vez que eu fui sozinha a um restaurante foi há mais ou menos 10 anos. E, sim… eu me senti meio mal. Eu já morava sozinha há 3 anos, mas sempre dependia de chamar alguém pra ir comigo. E isso cansa, porque você fica presa à disponibilidade dos outros. Até que um dia eu pensei: “vou sozinha e f*da-se.” Claro que deu aquela vergonha básica de falar: “mesa pra 1, por favor” 😅 Mas eu fui. Coloquei meu fone, minha música… e fiquei ali. E foi… transformador. Com o tempo, aquilo que parecia estranho virou um dos meus momentos favoritos. Eu comecei a ir em restaurantes variados, baixava episódios de série e assistir ou levar o notebook e trabalhar nesse tempo eu pedia exatamente o que eu estava com vontade. E aqui um ponto importante: não tô falando de praça de alimentação ou fast food. Tô falando de: japonês italiano mexicano aquele restaurante que você só vai em galera (ex: Outback) Se mimar. (Pra mim a experiencia de um restaurante conta muito) Eu fazia muito isso em São Paulo e des que me mudei para Balneário Camboriú não tinha mais feito. Recentemente, voltei a fazer isso. Fui almoçar sozinha… e lembrei o quanto eu sentia falta disso. A proposito esse é o top das fotos CUPOM: NATH10 Na mesma semana, comentei com uma amiga. E ela falou: “nossa, você é corajosa” Quando contei que também vou ao cinema sozinha, e faço outras coisas tambem ela ficou chocada. E aí eu perguntei: “mas por que você não vai?” A resposta foi: “ah… o que vão pensar?” E a real é: ninguém tem que pensar nada. E, na prática, ninguém tá pensando. Cada um tá vivendo a própria vida. Um detalhe que eu amo Eu ainda faço questão de pedir coisas que eu sei que podem até sobrar. Sem culpa. Sem pressa. Sem dividir. Se sobrar? Eu levo pra casa. E tá tudo certo. Essa semana eu fui à praia sozinha pela primeira vez. E isso é curioso, porque eu nem sou tão fã de praia (porque tenho agonia de areia 😂). Mas fui. E, de novo, me surpreendi com o quanto foi bom. Levei drinkd's, meu kindle, fone e fiquei só refletindo. Entrei no mar, dormi no sol, ri de coisas aleatórias e voltei renovada Já fiz muita coisa sozinha: cinema teatro shows viagens café da manhã almoço jantar Mas ainda tem uma coisa que eu nunca fiz: ir em um barzinho sozinha. E essa virou minha próxima meta. Um convite pra você Wonder💜 Se você tá esperando alguém pra fazer algo que você quer muito…Talvez você não precise esperar. Começa pequeno: um café um almoço um passeio Vai com vergonha mesmo. Vai com medo mesmo. Mas vai. Porque, no meio do caminho, você descobre algo muito maior do que um restaurante vazio ou uma mesa pra 1: você aprende a gostar da sua própria companhia. Nathalia Torres
- No sábado eu troquei cinco vezes de look até finalmente me sentir bem!
Sábado (14/03/26) eu tive um aniversário para ir. Acordei, tomei banho e já tinha o look na cabeça.... Sabe aquela roupa que você já usou outras vezes, que sempre funciona e que parece a escolha óbvia para o dia? Era exatamente isso. Confortável, simples e confiável. Mas quando eu coloquei a roupa… não me senti bem. Não era porque o look era feio, muito pelo contrário. Era uma das combinações mais confortáveis e bonitas que eu poderia escolher. Só que a gente sabe que o dia nunca depende só da roupa. Tem dia em que a gente acorda mais sensível. Às vezes é TPM, às vezes é questão hormonal, às vezes são notícias que mexem com a gente, ou simplesmente o cansaço acumulado da semana. Tudo isso influencia a forma como a gente se olha no espelho. E naquele dia, aquele look que sempre funcionava… simplesmente não funcionou. Então comecei a trocar. Coloquei outro vestido, depois um lookinho ousado e mais outro. Experimentei 3 combinações de quimono e... mudei de novo. Quando percebi, já tinha feito uma pequena bagunça no guarda-roupa. No fim das contas escolhi um look que ficou bonito, mas que não era nada parecido com o que eu tinha imaginado quando acordei. E está tudo bem. Nem sempre a gente vai se sentir igual aos outros dias. Nosso corpo muda, nosso humor muda, a energia do dia muda. E aprender a respeitar isso também faz parte de se vestir. Uma coisa que fez toda a diferença naquele sábado foi o que eu estava usando por baixo. Na foto que escolhi para a capa deste texto eu não estou visivelmente de Wonder. O vestido não é da marca. Mas por baixo dele eu estava usando o top Ju , a calcinha Wonder e a bermuda Alessandra . Pode parecer um detalhe pequeno, mas para mim não é. A bermuda me protege do atrito entre as pernas, algo que quem já passou um dia inteiro fora de casa com esse incômodo sabe o quanto pode atrapalhar. E o top não é aquele sutiã que aperta, incomoda ou vira uma preocupação ao longo do dia. Ele simplesmente fica ali, confortável, fazendo o que precisa fazer. Foi essa base que me deu segurança para sair de casa. Fui no aniversário da Denise e depois ainda fomos para a Casa de Francisca . Conversa boa, música, risada, gente querida. Um daqueles dias que se estendem e acabam sendo muito mais divertidos do que a gente imaginava quando saiu de casa. E em nenhum momento eu fiquei desconfortável com o look que escolhi. Mesmo depois de todas as trocas de roupa. A segurança estava ali por baixo, sustentando o resto. Talvez seja justamente isso que faz diferença no dia a dia: quando a base é confortável, a gente ganha liberdade para usar peças que antes evitava ou para viver o dia sem ficar o tempo todo se ajustando, puxando ou tentando se sentir melhor dentro da própria roupa. No final, escolher conforto é também escolher se sentir bem no próprio corpo. Quer se sentir confortável e ter um desconto nas peças que eu falei? Use o cupom para 10% de desconto: NAJ10 Mude completamente a forma como a gente vive o dia. 💜
- Comunidade Wonder: um lugar onde o corpo é ponto de partida
A comunidade Wonder nasceu de experiências que muitas pessoas gordas conhecem bem: Provadores apertados. Roupas que não funcionam no corpo. Olhares atravessados na academia. A sensação de estar sempre tentando caber em um lugar que nunca foi pensado para você. Foi dessa vivência que a Wonder surgiu. Aqui, o corpo gordo entra na conversa desde o começo. Por isso a comunidade é tão central dentro da Wonder, ela funciona como um organismo vivo. As Wonders conversam, sugerem, testam, opinam e ajudam a melhorar cada detalhe. Muitas mudanças de produto começam exatamente ali: em uma troca simples dentro de um grupo, lá a gente fala de modelagem, escolha de tecido, testes e ajustes. As peças nascem da escuta das mulheres que usam, vivem e movimentam a marca todos os dias. Uma comunidade com vários espaços A comunidade se organiza no grupo principal: VIPssímas e em grupos onde as pessoas têm interesses diferentes, como o grupo de comissão de afiliados, algumas participam como embaixadoras. Tem quem prefira colaborar como voluntária ou participar de projetos específicos. Tem grupo de desapego, grupo de viagens e outras iniciativas que surgem da própria comunidade. Esses espaços viram ponto de encontro para troca, apoio e construção coletiva. Ideias saem do papel, dúvidas encontram resposta e muita coisa acontece de forma colaborativa. Como entrar na comunidade A comunidade acontece de forma digital, então estamos conectados principalmente no online. Entrar na comunidade Wonder é simples: Comunidade do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/CHYyoPCIlq16C5tHflK65X Comunidade no nosso site: https://www.wondersize.com.br/wonderverso Grande parte das conversas acontece no WhatsApp, que facilita muito a troca no dia a dia e aproxima quem está em diferentes lugares. Cada grupo tem regras básicas de convivência para garantir respeito e segurança. O clima é leve, de troca, apoio e colaboração. Pertencimento na prática A comunidade Wonder mostra, todos os dias, o que acontece quando pessoas gordas ocupam espaço juntas. Uma peça bem pensada muda a relação com o próprio corpo. Um comentário no grupo ajuda outra mulher a se sentir segura para treinar. Uma indicação vira negócio para alguém da comunidade. Esses pequenos movimentos constroem algo maior: presença, autonomia e pertencimento. Quem entra na comunidade percebe rápido uma coisa. Aqui, ninguém precisa se explicar para existir. PS: Quer comprar as roupas da WonderSize, use o cupomzinho de 10% de desconto da escritora: NAJ10
- A cultura fitness trata o corpo como categoria?
Relato de uma gorda na academia (trazendo uma vivência de um padrão que se repete) Antes de contar o que aconteceu, preciso deixar algo claro: não é todo profissional que age assim. A academia onde estou treinando agora, inclusive, tem ótimos aparelhos, boa estrutura e tenho gostado bastante do espaço. Mas como mulher gorda, já vivi situações parecidas em diferentes academias ao longo dos anos. O episódio recente só escancarou um padrão que se repete. Fui ajustar a máquina de abdominal e já estou acostumada a executar o movimento, mas queria só confirmar a forma correta, pois é um espaço novo. Perguntei a um professor como fazer e ele me respondeu que eu não podia fazer aquele exercício, foi logo falando sobre gordura visceral, déficit calórico e disse que eu deveria fazer esteira e tirar lombar do meu treino. Eu expliquei que o exercício era para fortalecimento e que meu treino tinha sido passado pelo meu irmão, que é educador físico! E diga-se de passagem, treino há mais de um ano, e claro: ele não tinha perguntado nada disso. Foi uma sequência automática: viu meu corpo, concluiu meu objetivo e prescreveu antes de entender o contexto. Esse episódio revela um padrão: a cultura fitness trabalha por atalhos mentais. O corpo é lido como diagnóstico. A partir dessa leitura, aplica-se um protocolo padrão. Corpo acima do peso ativa a narrativa do emagrecimento. Emagrecimento ativa a ideia de déficit. Déficit leva à esteira. E qualquer exercício fora desse roteiro vira erro. Essa lógica elimina variáveis básicas: histórico, objetivo, função, autonomia. O corpo passa a ser tratado como categoria, não como indivíduo! Treino há tempo suficiente para saber o que estou fazendo e qual o limite do MEU corpo, o exercício tinha função clara no meu planejamento. A conversa poderia ter começado com uma pergunta simples: “Qual é o seu objetivo com esse exercício?” Ela nunca veio! Quando a escuta não acontece, o cuidado vira projeção e esse padrão ultrapassa a academia! E isso acontece na medicina, na liderança, na escola, no trabalho. Sempre que alguém é encaixado antes de ser ouvido, a orientação perde precisão. Profissionais passam a agir sobre suposições em vez de dados. A questão central não envolve sensibilidade excessiva, isso envolve competência técnica e a prescrição exige diagnóstico correto. E diagnóstico exige pergunta. Pergunta exige escuta. A diferença entre orientar e projetar é sutil, mas determina a qualidade do cuidado. Entre orientar e projetar existe uma diferença invisível. Enfim, julgada pelo meu perfil antes de ser ouvida? Sim. Reduzida a uma categoria? Muitas vezes. Mas feia? Nunca. Se você também treina, ocupa espaço e não pede licença para existir, aproveita: essa roupa está disponível com 10% de desconto usando o cupom NAJ10 .
- Minha primeira vez de Wonder.
Heeello, Wonders! Tudo bem? ✨ Aqui é a Pâmela ( @pamfzen ), vocês ainda não me conhecem porque eu sou nova por aqui! Entrei na Wonder agora em fevereiro e já cheguei participando de uma convenção incrível com as meninas da equipe, dormi na casa da Amanda, comi muito brigadeiro e ainda teve piscina. Ou seja: fui oficialmente recepcionada do jeitinho mais perfeito possível 😂💛 Dentro do time, eu vou atuar no Marketing . Sou formada em Moda e tenho pós-graduação em Marketing de Moda, duas áreas que eu amo demais e que fazem total sentido com tudo o que a Wonder constrói. Mas vamos ao que interessa: hoje eu quero contar pra vocês como foi vestir uma peça Wonder pela primeira vez . Eu conheci a Amanda num curso da Audaces (eu trabalhava lá, na área de suporte). Eu via ela falando da marca com um orgulho tão grande que, sinceramente, eu achava que era “empolgação de dona”. Só que… eu não fazia ideia de que era tudo aquilo mesmo . Até que chegou o dia em que eu fui na casa dela, eu estava de calça jeans e top, e ela simplesmente me deu uma Legging joana dark e um Top sutiã de presente . As três gurias ficaram me esperando (Amanda, Nat e Najara) na sala até eu voltar e dar meu “testemunho” 🤣 E eu juro: eu nunca vesti nada que servisse como uma luva . E como eu quero que vocês sintam essa mesma liberdade que eu senti, consegui um presente! Se você também quer testar a Joana Dark ou qualquer outra peça, usa o meu cupom [ PAMZEN10 ] no site para ganhar um desconto especial. ✨ A legging não dobrou em nenhum momento . Eu agachei, levantei, rebolei (sim, rebolei kkkkk) e nada saiu do lugar. Me olhei no espelho de todos os ângulos possíveis e não vi nenhuma transparência . Nenhuma. E aí veio um pensamento muito real: “esse é meu momento” . Porque assim… roupa de academia pra corpos como o meu não pode ser qualquer roupa , né? Eu, sinceramente, nunca tive uma legging que me deixasse segura, nem quando eu era mais nova e comprava em qualquer loja. E também nunca tive um top que ficasse bom nas minhas costas e fosse proporcional ao meu corpo (inclusive porque eu não tenho peito grande, então a modelagem quase nunca conversa comigo). Quando eu vesti a Legging Joana Dark Com Bolso Tecnológico e o Top/ sutiã alça Juliana Wonder Wear , eu senti, de verdade, uma coisa que eu quase nunca senti com roupa fitness: segurança . Enfim… foi uma experiência muito marcante. E agora, todo mês eu vou receber peças lindas da Wonder e quero compartilhar por aqui como tem sido viver isso na prática, do vestir ao sentir. 💛✨
- Eu quase esqueci por que criei a Wonder mas o Grupo do Bazar me lembrou....
Eu percebi que, nos últimos meses, eu estava vivendo no modo “aguentar”. Acordar, resolver, entregar. E, por dentro, um tipo de tristeza que não faz barulho mas pesa. Uma dúvida que não chega como frase completa… chega como exaustão. E aí tem um lugar que sempre me puxa de volta pra vida: o nosso grupo de bazar de quinta-feira . (se você ainda não está nele, tenha essa experiência) Esse grupo… não cansa de me surpreender. É onde a gente vende peças de segunda, peças de troca, peças de promo e, às vezes, ideias . Sim: ideias de peças que não existem ainda. O que acontece ali é validação em tempo real. É uma comunidade que testa, reage, opina, compra, questiona e, principalmente, sinaliza desejo. Cada peça colocada em circulação vira leitura de comportamento. Cada comentário vira dado. Cada escolha vira direção. E é por isso que eu digo: é uma loucura. É inexplicável. Elas me surpreendem num nível que eu nem sei explicar direito sem parecer exagero. Naquele dia, eu tinha desenhado várias peças. Estava no meio do bazar, naquele ritmo caótico e delicioso de mensagens, comentários, prints, “eu quero!”, “se tiver no meu tamanho eu pego!”, “manda mais foto!”… E foi quando eu encontrei um tule que eu tinha comprado pra pilotar uma peça. Um pedaço. Um fragmento. Um “talvez”. Eu só soltei um vídeo do tecido nesse mood: E vocês amaram. Na hora. Compraram o primeiro desenho do Shorts Saia Esther, que eu desenhei em tempo real com ajuda da Inteligência Artificial. Sem saber o preço. Tudo por um animal print. (eu na torcida, querendo que desse certo, pq estava louca para vestir a coleção tb) Era limitado. Poucas unidades. E eu senti aquela mistura de emoção com responsabilidade: “Ok… agora eu preciso honrar isso.” Foi ali que eu entendi . Eu estava validando sensação em tempo real. E, naquele mesmo fluxo, eu voltei pra um pensamento que sempre volta: animal print nunca decepciona está em alta na tendência 2026. É quase uma linguagem. Uma estética que atravessa tempo, humor e fase sempre está nas tendências. Eu pensei: se a reação foi assim com um pedaço de tule… faz sentido criar uma coleção inteira? Aí veio o impulso que me salvou: eu fui atrás do fornecedor. Ainda tinha tecido. E eu senti aquele “pah” interno como se uma porta tivesse aberto, e vocês mais uma vez abraçaram a ideia. Porque eu percebi que, no fundo, criar com a comunidade me fez perceber que eu estava voltando pra mim. Voltando pro começo. No Carnaval, eu fiz essa escolha: voltar para o que me fez começar. Criar peças que eu nunca tive. Criar o que ninguém estava criando. Desenhar o que eu queria vestir também. E foi assim que nasceu a coleção #AnimalPrint. Criar foi prazeroso. Ainda da tempo de você pedir também, estamos vendendo pelo Whats, só chamar aqui . E mesmo assim, às vezes eu penso: “ Daria menos trabalho mandar fazer só pra mim, numa costureira. ” (Pq ter uma marca plus size é dedo no c* e gritaria e ter uma esperança sem fim) Porque quando a gente está cansada, até sonho perde o brilho. Só que vocês... sempre dão um jeitinho dele voltar , mesmo sem saber. Vocês compram na pré-venda. Compram sem tocar. Compram sem vestir. Vocês compram o desenho o sonho junto comigo. Isso ainda me surpreende. Talvez porque, no fundo, seja sobre confiança . Confiança antecipada. Comunidade que espera com a certeza de que vale a pena esperar. Aquele bazar foi maior do que parece. Foi o momento em que eu lembrei por que eu não desisti. Eu comecei para criar o que nunca existiu para mim e para corpos que sempre existiram. Obrigada, Wonders. 🖤Vocês me devolveram o brilho nos olhos daquela Amanda de 2017 que só queria uma legging para vestir , e me mostraram mais uma vez o poder de uma comunidade. Eu não desisto, porque também confio em vocês! Aí fica uma reflexão: Quando foi a última vez que alguém apostou em você antes de você apostar? Te vejo no Bazar! Grande Beijo, Amanda Momente CEO
- Eu não estava preparado para esse final
Por Juliana Gonçalves - Embaixadora Wonder Nessas férias, mergulhei de verdade nas leituras e acabei lendo vários livros da Freida McFadden , uma autora que me conquistou completamente. Os thrillers dela são daqueles que prendem desde a primeira página , com capítulos curtos, r itmo acelerado e reviravoltas que fazem a gente dizer: “só mais um capítulo” e, quando percebe, já está no final. 📚 Livros da Freida McFadden que li: – A Empregada – O Segredo da Empregada – A Empregada Está de Olho – O Casamento da Empregada – Nunca Minta – A Professora – A Mulher Silenciosa – O Filho Perfeito – A Inquilina – A Intrusa – O Namorado O que mais me encanta nos livros da Freida McFadden é essa capacidade de envolver completamente o leitor. A leitura se torna quase cinematográfica: a tensão cresce, as suspeitas mudam o tempo todo e nada é exatamente o que parece . Cada capítulo termina de um jeito que obriga você a continuar. Leituras envolventes, como os thrillers de suspense, são extremamente importantes porque despertam o prazer de ler , ajudam a criar constância no hábito da leitura e estimulam o pensamento crítico. No caso da Freida McFadden , além do entretenimento, existe sempre aquela sensação deliciosa de surpresa: o final nunca vem do jeito que a gente espera. Sem dúvida, esses livros tornaram minhas leituras mais intensas, viciantes e difíceis de largar. Uma autora que entrou para a minha lista de favoritas e que eu sempre recomendo para quem gosta de suspense psicológico. Se eu tivesse que indicar um top 2 , seriam: 🥇 A Empregada 🥈 A Mulher Silenciosa E você, já leu algum dos livros dela? Indica algum que não está na lista? E para quem perguntou sobre a foto: sim, é a legging e o top Juliana 🤍 Se eu consigo passar horas lendo, completamente imerso na história, é porque também estou confortável. Para prestar atenção no livro e não ficar me mexendo por causa de roupa apertando ou incomodando, eu sempre escolho peças que me deixam livre e segura. Conforto também faz parte da experiência de leitura. Se você quiser garantir o seu conjunto, usa o meu cupom JXULIZ10 ✨
- A experiência de uma gorda no Beto Carrero World
Hoje eu vim falar sobre algo que eu me preparei emocionalmente para viver. Fazia anos que eu não ia a um parque de diversões. E, sendo bem sincera, o medo de não caber nos brinquedos ou passar algum perrengue era real. Muito real. Mas vamos ao que interessa: como foi, de verdade, a minha experiência. O Medo! Eu já fui com o coração preparado. Preparada para talvez não caber. Preparada para talvez ouvir um “você não pode ir nesse”. Preparada para não deixar isso estragar o meu dia. E isso fez toda a diferença. A Chegada Muita gente falou: “chega cedinho!”. Mas como boa geminiana do contra, cheguei por volta das 11h 😅 Fui em uma quarta-feira, final de novembro o que, segundo o site, era considerado um dia “vazio”. Comprei o ingresso online e aproveitei a Black Friday , então já fui economizando desde o começo. Como chegamos “tarde”, o carro não ficou tão perto da entrada, mas sinceramente? Foi uma caminhada de menos de 5 minutos. Nada demais. E claro: rolou a tradicional sessão de fotos na entrada , porque é praticamente um marco aqui em Santa Catarina. Os brinquedos (o momento de mais tensão) Entramos e fomos direto para os brinquedos radicais. Eu não vou mentir: estava com medo de não caber. Mas fui mesmo assim. No total, fui em 7 brinquedos . Em dois deles me senti um pouco mais apertada no banco, mas consegui ir. E em todos eu só soube na hora se dava ou não então fui me preparando psicologicamente antes de cada um. Os tempos de fila variaram bastante: de 50 minutos até uma de 3 horas , porque pararam para manutenção. Faz parte. E aqui entra um ponto importante: eu fui bem preparada no look , o que ajudou MUITO no calor e na mobilidade (inclusive para sentar no chão durante as filas). A sensação do look inteiro era de firmeza e liberdade para aproveitar o dia sem ficar me ajustando o tempo todo. CUPOM: NATH10 para 10% OFF. O que eu levei (e recomendo muito) Ir preparada fez toda a diferença. Itens que levei e realmente usei: Copo térmico com água Copo térmico só com gelo (isso salvou!) Anti-atrito Xuxinhas Óculos de sol Bonés (levei mais de um, caso molhasse) Desodorante Power bank Comidinhas Blusa Deborah (essencial no fim do dia) A água dos bebedouros sai em temperatura ambiente, então sempre que pegávamos água colocávamos gelo do nosso copo térmico. Isso ajudou muito a não gastar comprando bebida o tempo todo. Levei tudo na minha malona da Euvua em collab com a Wonder , e coube absolutamente tudo. O show de fogos Ficamos até o fim para assistir ao show de fogos, que é bem divertido. E foi aí que a Blusa Deborah entrou em ação ,deu uma esfriadinha quando ficamos sentadas no gramado esperando começar. Foi aquele momento de respirar e pensar: eu fui. E eu consegui. Saímos antes do final porque estávamos com receio do trânsito na saída do parque e ainda íamos jantar para comemorar o aniversário das meninas. CUPOM: NATH10 para 10% OFF. O que eu digo para você Se você quer ir, vá. Vá com medo mesmo. Vá preparada emocionalmente para não se frustrar se algo não der certo. Vá preparada fisicamente (roupa confortável, itens certos). Mas não deixe o medo decidir por você. A experiência foi leve, foi divertida e, acima de tudo, foi libertadora 💜 Nathalia Torres
- Não foi só um casamento. Foi a prova que a comunidade Wonder sonha junto.
Alguns momentos não marcam apenas pela beleza. Marcam pelo que revelam: o casamento da Helo e do Valdo foi um desses momentos. Não foi só uma cerimônia, foi a materialização de algo que a gente constrói há anos! A Helo nunca quis um casamento tradicional, o sonho dela era simples e, justamente por isso, profundo: celebrar a vida ao lado do Valdo. Do jeito deles e com significado. Quando ela compartilhou esse desejo, com a Amanda, ela ficou um tempo pensando em como isso iria acontecer e com isso houve um movimento. Quando uma sonha, todas se movem Jessica, Helô e Denise Quando decidiu que realmente ia acontecer em poucos dias, a Amanda começou a organizar, com a ajuda das Daminhas: a Denise entrou com estrutura e aJessica trouxe planejamento. Outras pessoas chegaram com tempo, criatividade, cuidado, escuta. Cada uma trouxe o que sabia fazer. E, de repente, o que era um sonho começou a ganhar chão. A cerimônia tomou forma. Os detalhes apareceram. As surpresas surgiram. Teve emoção. Teve tensão resolvida em equipe. Teve improviso com organização. Teve até um look de noiva fitness criado em dois dias, porque quando o sonho é verdadeiro, a gente não mede esforço. Mede propósito. E ri no caminho também. Porque leveza faz parte. Não foi só a festa que significou muito... A cerimônia foi linda. Mas o que realmente ficou marcado foi a sensação: a sensação de que existe uma rede real por trás de cada conquista. O casamento da Helo e do Valdo mostrou algo que vai além daquele dia: comunidade não é discurso. É prática. É vínculo construído antes da necessidade. É confiança acumulada no cotidiano.É relação que já foi testada na vida real. O que esse casamento revelou sobre a Comunidade Wonder? As madrinhas Revelou que não prometemos mundos, mas quando alguém sonha, a gente se move. Revelou que pertencimento é responsabilidade. e que ninguém precisa carregar sozinho o que pode ser dividido. O casamento da Helo e do Valdo foi sobre amor entre duas pessoas. Mas também foi sobre uma comunidade inteira que decidiu sustentar esse amor. E no fim, talvez essa seja a maior definição de sonhar junto: Não é ter o mesmo sonho. É escolher caminhar para que o sonho da outra aconteça. Naquele dia, a Helo e o Valdo se casaram. E nós, como comunidade, confirmamos algo muito maior: Aqui, ninguém sonha sozinho.
- Esse texto não é sobre uma cadeira...
Por Samyra Allah - Embaixadora Wonder Eu não sou a maior fã de praia, nunca amei e só vou quando envolve acompanhar pessoas que eu gosto. E nem é por conta de vergonha de ficar de biquíni, não achar roupa de banho que vista bem, essas coisas. Nunca tive problema de ficar de biquíni ou maiô e amo uma piscina. O que eu não gosto mesmo na praia é o desconforto. Areia incomodando, cadeiras de praia que não me cabem e, quando consigo me enfiar, cortam a lateral das minhas coxas, me obrigando a ficar sentada/deitada na canga de forma desconfortável , as ondas me atrapalham nadar e a água salgada que me incomoda também. Esse final de semana fui visitar minha irmã, que mora na praia e, consequentemente, fui “obrigada” a ir, até porque tenho uma filha que AMA praia. E lá tive uma grata surpresa . Quando escolhemos nosso guarda-sol, que era atrelado a uma barraquinha como a grande maioria dos guarda-sóis nas praias brasileiras, vi o tamanho das cadeiras de praia. Não só pude sentar confortavelmente como sobrou espaço nas laterais das minhas coxas. Confesso que meu primeiro pensamento foi que eles tinham algumas cadeiras maiores, e já fiquei extremamente feliz de ver uma barraquinha se preocupar em ter cadeiras que atendessem pessoas como eu. Mas minha surpresa maior foi ao olhar em volta e perceber que TODAS as cadeiras daquela barraca eram tamanho grande. Dava para notar imediatamente onde começavam os guarda-sóis das barracas adjacentes, pelo tamanho diminuto das cadeiras deles. Eu nunca me senti tão bem numa tarde na praia como nesse dia. Me senti acolhida , uma pessoa como todas as outras, que apenas merece caber numa cadeira sem preocupações . Não precisei nem pôr a canga na areia, nem as ondas no mar me incomodaram tanto dessa vez, porque eu estava extremamente feliz com aquela barraquinha de praia. Ao final do dia, quando estava indo embora, fui até a barraca e perguntei pela dona. Precisava agradecer pela tarde que eles me proporcionaram e, com água nos olhos, falei que nunca tinha me sentido tão acolhida e confortável numa tarde na praia e que eles, com as cadeiras grandes, me proporcionaram isso. Como se eu já não tivesse tido surpresas positivas o suficiente, eles me responderam como se não tivessem feito nada demais, como se ter aquelas cadeiras devesse ser algo comum, e não a exceção. Com um sorriso no rosto por terem me deixado feliz, disseram que esperavam que eu tivesse mais experiências boas como aquela. E foi assim que uma cadeira de praia mudou meu dia e minha experiência de ir à praia no alto dos meus 37 anos. Ver isso sendo a regra naquela barraca, não a exceção, me deu um quentinho no coração de que as coisas podem ser melhores no futuro. Porque ter a opção de pedir uma cadeira maior já seria incrível, mas poder simplesmente se sentar sem se preocupar se vai caber na cadeira, não precisar passar pelo constrangimento de pedir uma cadeira maior e ver todos olhando, porque o diferente sempre atrai olhares, foi muito mais do que eu poderia expressar. Esse fim de semana eu pude finalmente simplesmente me sentar e curtir a praia, como qualquer outra pessoa. É sobre isso que falamos quando queremos acesso e dignidade para os corpos gordos e, principalmente, os gordos maiores como eu, que tenho mais de 160 cm de quadril. Nós queremos cadeiras que nos caibam , macas que suportem nosso peso , equipamentos médicos adequados para o nosso corpo e não apenas para quem é magro e se enquadra num padrão. Todos os corpos devem poder sentir o que eu senti ao sentar naquela cadeira, em todas as situações. E para se inspirar, e ficar linda na praia com o shorts saia, use o Cupom SAMY10
- Pré-venda Wonder: como funciona o novo modelo da marca e por que ele existe
Se você já compra na há um tempo, talvez isso já faça parte do seu ritmo. Se chegou agora, esse texto é essencial para você comprar com consciência e sem frustração. A Wonder passa a operar oficialmente em pré-venda mensal . Por escolha estratégica. Como funciona a pré-venda Wonder Todos os meses, o combinado é claro: 🗓 Pedidos abertos até o dia 15 🧵 Produção iniciada após o fechamento 📦 Despacho dos pedidos no dia 30 Esse fluxo existe para que você consiga se programar , e para que a Wonder consiga produzir melhor . Por que você vai precisar se programar A pré-venda exige um novo hábito de compra. Aqui, comprar antes garante que a peça exista comprar em cima da hora nem sempre será possível. Esse modelo: Evita ruptura de tamanho Evita frustração Evita estoque errado Garante foco em produto e não em correção de erro 📌 Importante: em março teremos reajuste de valores . Quem compra na pré-venda compra com antecedência, previsibilidade e, muitas vezes, com vantagem. Por que a Wonder escolheu esse modelo Produzir moda plus size exige mais tempo, mais teste e mais investimento. Produzir estoque grande significa apostar no que talvez você não queira. A pré-venda permite: Criar peças porque alguém pediu Desenvolver mais produtos ao invés de gerenciar sobra Direcionar recursos para inovação, não para estoque parado Manter a marca existindo com saúde financeira Aqui, cada pedido vira um voto de continuidade. A Wonder agora é, oficialmente, uma marca colaborativa Nada nasce por achismo. Nada é produzido “para ver se vende”. Se uma peça tem pedidos, ela existe. Se não tem, ela não ocupa tempo, dinheiro e energia. Você participa antes da peça nascer. Boas práticas para comprar na pré-venda Wonder Para tudo funcionar bem para você e para a marca: ✔️ Faça seu pedido até o dia 15 ✔️ Considere o prazo de produção e prazo de entrega no seu planejamento ✔️ Evite comprar esperando envio imediato ✔️ Acompanhe os prazos informados no site ✔️ Salve as datas da pré-venda no seu calendário Pré-venda funciona quando expectativa e processo estão alinhados. Sobre prazos e possíveis atrasos Mesmo com tudo organizado, atrasos podem acontecer . A Wonder trabalha com costureiras reais , pessoas, não linhas industriais automatizadas. Doença, clima, logística e imprevistos existem e são tratados com responsabilidade. Se algo sair do previsto, a comunicação acontece. Transparência faz parte do acordo. Confira algumas das peças que voltaram e estão disponíveis para você pedir: Como falar com a Wonder (e ajudar o operacional a fluir) Você pode nos chamar sempre que quiser. Só pedimos atenção a uma coisa importante: 📌 Chamar em todos os canais ao mesmo tempo não acelera o atendimento. Isso sobrecarrega o time e atrasa respostas. Para funcionar melhor: ⚡ Dúvidas rápidas: use o chat do site — é o canal mais ágil 📧 Assuntos detalhados: envie e-mail para sac@wondersize.com.br Escolher o canal certo ajuda você — e ajuda a Wonder a te atender melhor. Resumo direto Pré-venda até dia 15 Produção após fechamento Envio dia 30 Reajuste em março Programação é essencial Produção humana, feita por costureiras Atendimento ágil começa pelo canal certo Para você garantir o envio até dia 30, liberei 50 cupons PREVENDA que vai garantir 20%OFF neste primeiro mês. Se você quer garantir sua peça, se programe e peça antes . É assim que a Wonder segue existindo, criando e evoluindo com você participando desde o começo. 💜 Grande Beijo, Amanda Momente CEO
- Tênis para agachar com segurança.
Um tênis certo para treinar inferiores (sem gastar uma fortuna) Hoje a minha diquinha é sobre tênis de treino mais especificamente para quem, assim como eu, treina inferiores e já ficou confusa com tantas opiniões diferentes por aí. Quem treina musculação já ouviu de tudo: "não pode tênis com amortecimento”, “tem que ser totalmente reto", "o melhor é treinar descalça”. Eu, particularmente, sempre preferi treinar descalça , principalmente em exercícios como agachamento. O problema é que hoje em dia poucas academias permitem isso. Então comecei a procurar um tênis que desse estabilidade , sem precisar pagar o olho da cara. Depois de muita pesquisa e de conversar com algumas pessoas, minha personal me indicou um modelo de crossfit da Under Armour . Analisei vários modelos da marca e acabei escolhendo o TriBase Reps . 🔗 Link para compra o tênis: 👉 https://amzn.to/4a9BvcC Por que escolhi o TriBase Reps? Paguei em torno de R$350,00 e, sinceramente, achei que ele cumpre muito bem a função para treinos de inferiores. Em exercícios como o agachamento , a estabilidade é excelente, o pé fica bem firme no chão, o que passa muita segurança. Além disso, ele é confortável para musculação e treinos funcionais, sem aquela sensação de instabilidade que alguns tênis mais macios dão. Pontos Positivos Estabilidade de verdade : o pé fica firme no chão. Isso faz toda a diferença no agachamento ou levantamento terra. Confortável sem ser molenga : ele não tem amortecimento exagerado, o que evita instabilidade. Versátil para treinos funcionais : musculação, HIT e até circuito com carga. Ele aguenta. Pontos de atenção Nem tudo é perfeito, então vale deixar alguns pontos claros: A forma é pequena . Eu uso 37 e comprei o 38 , e ficou perfeito. Ele não é um tênis macio para corrida . Não indicaria para quem faz treino focado em esteira ou corrida longa. Se você procura um tênis para treinar inferiores com mais estabilidade, segurança e bom custo-benefício, o Under Armour TriBase Reps é uma ótima escolha. Não é um tênis de corrida, mas é um excelente aliado para quem prioriza força e controle nos treinos. Garanta já seu Lookinho com o CUPOM: NATH10 A sensação que esse look inteiro me traz é de firmeza e segurança para treinar. É como se tudo estivesse no lugar certo, me dando confiança para executar os movimentos com mais consciência. O tênis, em especial, me passa algo que eu valorizo muito: a liberdade de espalmar o pé no chão , quase como quando eu treino descalça. (Claro que não é a mesma coisa) mas é, sem dúvida, o mais perto que consigo descrever usando um tênis dentro da academia. 💬 Já testou algum modelo parecido? Conta aqui nos comentários! Aqui, performance anda junto com escuta real e indicação sincera. Porque quando uma Wonder encontra algo bom, ela compartilha com a outra. 💜 Nathalia Torres
- Como o Pilates mudou minha vida
Por Rhiana Negreiros - Embaixadora Wonder O ano era 2022, e eu colecionava diagnósticos. Além de fibromialgia, recentemente tinha descoberto artrose em um dos joelhos, o que estava dificultando atividades simples e cotidianas, como andar, sentar, subir e descer escadas... Todos os médicos eram unânimes em prescrever o Pilates, mas eu era resistente, como sempre costumo ser com novidades. Porém, venci a resistência e resolvi pesquisar estúdios perto da minha casa e enfim começar. Logo no começo já me senti melhor, pois como se tratavam de fisioterapeutas, elas sempre sabiam a melhor manobra ou o melhor exercício para contornar a dor que eu estava sentindo naquele momento. Além de trabalhar sequências especificas para fortalecer meus pontos fracos. Em menos de 6 meses fazendo Pilates, eu já conseguia observar uma diminuição substancial das minhas dores e uma melhora no equilíbrio, força e concentração. Um ponto alto do Estúdio que escolhi, foi o "Desafio da Semana". Toda semana era proposta uma postura desafiadora, para que os alunos tentassem reproduzir. Lembro como se fosse ontem meu primeiro desafio, achava que nunca seria capaz de fazer aquilo, e quando vi, já estava fazendo, me senti (e sinto até hoje) como uma Mulher Maravilha , superando cada vez mais minhas limitações e provando que meu corpo é capaz do que ele quiser!! Por isso, recomendo o Pilates pra TODXS! Vale cada centavo do investimento na sua saúde, bem estar e auto estima! Busquem o estúdio mais próximo da casa ou do trabalho de vocês, e depois voltem aqui pra me contar o que acharam da aula experimental! E quem já faz, conta aqui nos comentários como é a sua experiência com o Pilates! De pilateira pra pilateira! 🤸♀️ Se quiser saber sobre os looks que estou usando, tem alguns aqui embaixo. E usem meu cupom: RHIANA10
- O novo vício do Time Wonder (e o hiper foco oficial da CEO)
Toda equipe tem seus rituais silenciosos. O do momento no Time Wonder atende pelo nome de Rap10 de carne moída. Prático, gostoso e honesto. Daqueles que resolvem a vida sem pedir esforço extra. Virou também o novo hiper foco da CEO. Não por modinha, mas porque funciona. É fácil, é rápido e dá vontade de repetir. O melhor é que essa receita não escolhe horário: Vai bem no café da manhã de quem acorda com fome real. Sustenta o almoço corrido. Resolve o lanche da tarde. Fecha a janta sem peso. E sim, dá pra congelar. O que muda tudo para quem gosta de ter comida pronta e decisões a menos durante a semana. Tem também o lado saudável. A base é simples, dá pra controlar os ingredientes, ajustar temperos, incluir legumes, folhas ou comer do jeito mais direto possível. Proteína presente, carboidrato equilibrado e zero complicação. Isso conversa direto com a lógica da Wondersize. Vida real pede soluções possíveis. Assim como as peças da marca são pensadas para acompanhar o corpo em movimento, essa receita acompanha a rotina como ela é. Sem cobrança, sem performance, sem exagero. Receita do Rap10 de carne moída do Time Wonder (RECEITA PODE VARIAR POR QUEM ESTIVER FAZENDO 😅🤣 ) Ingredientes: 1kg de carne moída 1 cebola pequena picada (opcional a Nath não gosta por aqui!) 1 dente de alho Sal e temperos a gosto Rap10 tradicional ou integral Misture tudo muito bem Modo de preparo: Recheie o Rap 10 com a carne crua, amassando e cobrindo todo o disco Coloque em saquinhos para congelar (individual) Coloque no seu freezer... Quando a fome bater: Azeite na frigideira, deixe esquentar Coloque o lado da carne primeiro E ai coloque o recheio que quiser - O time aqui ama um queijinho No fim, o vício do Time Wonder não é só nessa receita. É em escolhas que facilitam a rotina, respeitam o corpo e deixam a vida mais leve no sentido prático da palavra. Comida que acolhe. Roupa que acompanha. E se precisar de um cupom para descontos na roupa que te dá liberdade, pode usar: 10%OFFNAJ






















